quinta-feira, 11 de agosto de 2011

PARABÉNS, VENTANIAS!


Com oito dias de atraso. Vale pela intenção.
E já passaram três anitos... Parabéns!!!

quarta-feira, 15 de junho de 2011

AQUILO QUE VEM DE DENTRO

Há, neste momento, um freio de dor que amarra todas as palavras e me inunda de lágrimas.
O coração começa a falhar. Vai esquecendo de bater...
[Aquilo que vem de dentro não se explica]

domingo, 15 de maio de 2011

EU, SONHADORA, ME CONFESSO

Sim, tenho uma alma urgente que tem pressa de tudo. Tenho sonhos. Tenho vontades. Sim, quero mais. Sempre mais.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

GUARDADO NO LIVRO DA ETERNIDADE

Derramo os instantes dos nossos momentos numa caixinha que guardo no meu coração, onde ainda te sinto...
Hoje sorrio. Sorrio de dentro de mim.

domingo, 17 de abril de 2011

A CULPA É DA VONTADE

Hoje, as palavras sorriem. Com cor e vontade. Pedaços de um tudo que se solta na voz e preenche a alma.
Trago esta noite nos lábios. Nos teus. Sinto as lágrimas-da-pele que escorrem e se misturam no brilho da lua (quase) cheia...

terça-feira, 22 de março de 2011

quinta-feira, 17 de março de 2011

sábado, 5 de março de 2011

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

E DE NOVO, O ENREDO DE UM BEIJO

Eu? Quis ir. Num misto de contrariedade e de desejo. À procura do instante. O nosso. Aquele que nos intersecta e que antecede a cor.
O céu ilumina-se na noite. Com pingos de luz a derreterem-se em sonhos coloridos. Molhados com brisa de mar...

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

PEQUENOS NADAS QUE VALEM UM INFINITO

Palavras há que não cabem no papel. No entanto, entram inteiras no sentir.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

E QUANDO CHEGAR O MOMENTO?

Resisto. Cansada das palavras. Absortas no nada. Sem visão de mim. Incompletas. Mas não desisto. De ser vento. Sem nome. Sem destino. Não desisto de procurar a ave migrante que fugiu de mim. Espero. O momento. E vou...

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

(IN)QUIETUDES DA ALMA

Sinto. Por dentro. Aquilo que não sei pintar. Caminho nas vagas da noite como se lhe pertencesse. Quero sentir a intensidade do escuro e mergulhar para além do negro que proíbe a luz.
O que me sai da alma não são palavras nem versos. São vazios cheios de mim. Pintados de emoção e sentir...
Procuro o sonho nos passos que piso. Com medo dos abismos que me empurram para a vertigem do renascer.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

"A DOR DE NÃO VALER A PENA"

Escrever a dor que sinto é chama que se extingue na ausência que me prende.
As lágrimas ausentaram-se de mim. Uma a uma. No rosto, lâminas frias de aço que correm aguadas de cor, pintadas de dor.
Aqui. Agora. Sinto cada um dos gritos (perdidos) no silêncio de mim. Abismo desamparado, estilhaço de um relâmpago de desassossego. Semente abandonada de destinos...
Tenho, na mão, o coração. Apertado. Que chora baixinho, esquartejado por uma lança que me rasga e fere a pele. Por dentro.
Cada passo que dei esvaziou-me o sentir. O corpo cansou-se e a alma perdeu-se no desencanto da cor. Dói. Dói muito não valer a pena!